Bitcoin pode alcançar US$ 170 mil em 2026 se isso acontecer, diz CryptoQuant

Há 3 horas
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Sou editor na localização brasileira CoinGape Media desde 2024 e possuo experiência em conteúdo, marketing e SEO para a indústria de criptomoedas e Web3 desde 2017. Como editor, sou responsável pela curadoria dos conteúdos publicados, sua revisão e verificação. Anteriormente, contribuí como PR Associate para a extinta ICOBox, colaborando na elaboração de press releases de diversos projetos de criptomoedas para o público brasileiro e internacional. Lá, dezenas análises sobre o mercado cripto foram publicadas para fomentar conhecimento ao público brasileiro. Em seguida, atuei como Marketing Strategy Advisor para a PointPay nos estágios iniciais da exchange, com foco em sua expansão internacional. Depois, colaborei com a localização brasileira do BeInCrypto como estrategista de conteúdo. Lá, também ofereci suporte ao time editorial local e internacional, incluindo a elaboração de artigos sobre criptoativos, análises de tokens, entre outros formatos de conteúdo. Para além do mercado de criptoativos, colaborei com publicações em outros portais de mídia, como: Empreendedor.com, Hostgator, Vitamina Publicitária e Profissas. Ainda atuei como parte do time de audiência do Jornal O Povo. Em 2024, participei como coautor do capítulo de SEO do Web Almanac e fui eleito como um dos 40 profissionais de SEO para se seguir pela Niara. Em nossa cobertura, priorizamos a análise de criptomoedas, principalmente Bitcoin, altcoins e memecoins. Além disso, cobrimos o noticiário diário sobre criptoativos.
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A CoinGape cobre a indústria de criptomoedas desde 2017. Seu objetivo é o de fornecer insights informativos aos nossos leitores. Nossos analistas trazem anos de experiência em análise de mercado e tecnologia blockchain para garantir precisão factual e reportagem equilibrada. Seguindo nossa Política Editorial, nossos redatores verificam cada fonte, checam os fatos de cada matéria, confiam em fontes respeitáveis e atribuem citações e mídia corretamente. Também seguimos uma Metodologia de Revisão rigorosa ao avaliar corretoras e ferramentas. Desde projetos emergentes de blockchain e lançamentos de moedas até eventos do setor e desenvolvimentos técnicos, cobrimos todas as facetas do espaço de ativos digitais com compromisso com informações oportunas e relevantes.
Moeda de Bitcoin dourada com figuras empurrando em direções opostas sobre fundo de gráficos de candlestick

Destaques

  • Análise da CryptoQuant projeta Bitcoin a US$ 170 mil caso condições macroeconômicas favoráveis se concretizem;
  • ETFs de Bitcoin e política monetária do Fed são fatores decisivos para a valorização;
  • Mercado permanece em alta volatilidade sem confirmação clara de tendência de alta.

Uma análise da CryptoQuant revelou quais condições precisam se concretizar para que o Bitcoin atinja até US$ 170 mil neste ano. Entretanto, esse é o cenário menos provável entre os três apresentados pelo estudo, já que a criptomoeda ainda não demonstra sinais claros de entrada em uma nova tendência de alta.

Condições para o Bitcoin alcançar US$ 170 mil em 2026

A análise da CryptoQuant destacou uma possível valorização do BTC para US$ 170 mil como um dos cenários, embora de baixa probabilidade, que podem se desenvolver para a principal criptomoeda neste ano. Segundo o estudo, se as expectativas de flexibilização monetária se materializarem mais cedo e os Exchange-Traded Funds (ETFs) mantiverem entradas estáveis de capital, o Bitcoin poderá se estender para uma faixa entre US$ 120 mil e US$ 170 mil. No entanto, níveis superiores só seriam alcançados mediante múltiplas condições favoráveis simultâneas.

Conforme reportado pelo CoinGape, a ata do FOMC (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês) mostrou que a maioria dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) acredita ser apropriado manter as taxas de juros estáveis no momento, sinalizando que um corte em janeiro é improvável. Vale ressaltar que o Fed reduziu as taxas três vezes no ano passado, o que serviu como catalisador para a corrida do Bitcoin a novas máximas históricas (ATHs, na sigla em inglês).

Porém, com a perspectiva de que outro corte nas taxas do Fed seja improvável no início deste ano, o preço do BTC pode arriscar estender sua tendência de baixa atual. A análise da CryptoQuant destacou que, com o início de 2026, a principal criptomoeda não entrou claramente em uma nova tendência de alta, mantendo-se em um ambiente de faixa de alta volatilidade que não é nem decisivamente otimista, nem pessimista.

Além disso, a CryptoQuant afirmou que, embora a adoção de ETFs e as restrições de oferta forneçam suporte de longo prazo, a incerteza macroeconômica, a dinâmica das eleições de meio de mandato nos EUA e a ação de preços impulsionada por derivativos continuam limitando movimentos direcionais sustentados para o Bitcoin. A análise revelou que a postura atual é condicionalmente neutra a ligeiramente baixista, refletindo uma confirmação estrutural insuficiente para um forte momento de valorização.

Outros dois cenários possíveis para o BTC

A análise da CryptoQuant mencionou dois outros cenários que podem se desenvolver para o Bitcoin neste ano. O primeiro é o de “alta probabilidade”, com a principal criptomoeda negociando em uma faixa distorcida. Esse cenário pode se concretizar caso as expectativas de corte de juros pelo Fed persistam, mas a recuperação econômica real permaneça fraca.

Gráfico mostrando fluxo líquido total de Bitcoin em exchanges comparado ao preço em dólar
Fluxo líquido de Bitcoin nas exchanges ao longo de 2025 e início de 2026.

A análise observou que os fluxos de capital são intermitentes e dominados pela atividade de curto prazo dos ETFs. Com base nisso, o Bitcoin provavelmente negociará numa ampla faixa de US$ 80 mil a US$ 140 mil, com US$ 90 mil a US$ 120 mil como zona central.

Gráfico do Coinbase Premium Index comparado ao preço do Bitcoin em dólar
Coinbase Premium Index mostra demanda institucional por Bitcoin.

Enquanto isso, o último cenário apresenta “probabilidade média” e poderia acontecer com base em um choque macroeconômico para o Bitcoin. A análise observou que, se o risco de recessão se intensificar, a desalavancagem e as saídas de ETFs poderiam empurrar o BTC abaixo de US$ 80 mil, com um movimento em direção à faixa de US$ 50 mil sendo uma possibilidade.

Para determinar qual cenário se concretizará, a CryptoQuant afirmou que os participantes do mercado devem focar nas reservas das exchanges, nos fluxos líquidos, nos fluxos semanais de ETFs, no open interest (OI, interesse aberto) de futuros e liquidações, além das métricas de detentores de curto e longo prazo. O analista acrescentou que a chave está em como esses indicadores se movem em conjunto, não individualmente.

 Gráfico do Spent Output Profit Ratio comparado ao preço do Bitcoin
SOPR indica se investidores estão realizando lucro ou prejuízo.

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