Bitcoin cai para US$ 71 mil enquanto petróleo sobe com a guerra

Há 5 horas Atualizado Há 5 horas
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Sou editor na localização brasileira CoinGape Media desde 2024 e possuo experiência em conteúdo, marketing e SEO para a indústria de criptomoedas e Web3 desde 2017. Como editor, sou responsável pela curadoria dos conteúdos publicados, sua revisão e verificação. Anteriormente, contribuí como PR Associate para a extinta ICOBox, colaborando na elaboração de press releases de diversos projetos de criptomoedas para o público brasileiro e internacional. Lá, dezenas análises sobre o mercado cripto foram publicadas para fomentar conhecimento ao público brasileiro. Em seguida, atuei como Marketing Strategy Advisor para a PointPay nos estágios iniciais da exchange, com foco em sua expansão internacional. Depois, colaborei com a localização brasileira do BeInCrypto como estrategista de conteúdo. Lá, também ofereci suporte ao time editorial local e internacional, incluindo a elaboração de artigos sobre criptoativos, análises de tokens, entre outros formatos de conteúdo. Para além do mercado de criptoativos, colaborei com publicações em outros portais de mídia, como: Empreendedor.com, Hostgator, Vitamina Publicitária e Profissas. Ainda atuei como parte do time de audiência do Jornal O Povo. Em 2024, participei como coautor do capítulo de SEO do Web Almanac e fui eleito como um dos 40 profissionais de SEO para se seguir pela Niara. Em nossa cobertura, priorizamos a análise de criptomoedas, principalmente Bitcoin, altcoins e memecoins. Além disso, cobrimos o noticiário diário sobre criptoativos.
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Ilustração com símbolos do dólar e do Bitcoin ao lado de barris de petróleo, com bandeiras dos EUA e do Irã ao fundo e explosões representando o conflito.

Destaques

  • Bitcoin cai para US$ 71 mil enquanto petróleo dispara com guerra.
  • Bitcoin recua para cerca de US$ 71.400, mas mantém suporte acima de US$ 70.000.
  • Petróleo dos EUA ultrapassa US$ 78 por barril com interrupção no Estreito de Ormuz.

O mercado de petróleo registrou forte alta nesta quinta-feira (5), impulsionado pela guerra entre Estados Unidos e Irã. O conflito interrompeu as principais rotas de transporte de energia no Oriente Médio. Com isso, o petróleo bruto dos EUA superou US$ 78 por barril pela primeira vez desde janeiro de 2025. Enquanto isso, Bitcoin e ouro apresentaram quedas, apesar da volatilidade volatilidade.

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Conflito EUA – Irã interrompe fornecimento e petróleo dispara

Os mercados de energia reagiram imediatamente à intensificação do conflito em áreas estratégicas de navegação no Oriente Médio. O petróleo dos EUA atingiu o maior nível desde janeiro de 2025, acumulando uma valorização de aproximadamente 43% desde dezembro.

O petróleo Brent também apresentou forte alta, superando US$ 83 por barril durante a última sessão. Antes da recente alta do BTC, o preço havia recuado em meio aos preços elevados do petróleo. No Brasil, os preços ainda têm se mantido estáveis.

A principal interrupção ocorre no Estreito de Ormuz, corredor marítimo essencial para o comércio global. O tráfego de navios-tanque no local despencou mais de 95%, uma vez que armadores evitam a rota mesmo com disponibilidade de seguros. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), o estreito normalmente transporta cerca de 15 milhões de barris de petróleo por dia.

Diante dessa situação, governos e refinarias iniciaram planejamento emergencial para garantir o abastecimento. A China já orientou suas refinarias a suspender exportações de combustível para preservar estoques domésticos, enquanto empresas no Japão e na Índia estudam medidas de resposta para evitar desabastecimento. Na Europa, os preços do diesel subiram mais de 40% desde a escalada do conflito.

Bitcoin recua, mas se mantém acima de US$ 70 mil

Enquanto o petróleo disparava, o mercado de criptomoedas seguiu na direção oposta. O Bitcoin recuou ligeiramente, mas permaneceu acima do patamar de US$ 70.000. No momento da publicação, a criptomoeda era negociada a US$ 71.446, com queda de 1,53% na última hora e 1,26% nas últimas 24 horas.

Conforme reportado anteriormente, o JPMorgan alertou que o preço do Bitcoin pode cair caso a reação do mercado ao conflito EUA-Irã siga um padrão semelhante ao observado durante a guerra na Ucrânia. No dia anterior, o ativo digital havia alcançado cerca de US$ 73.000.

A atividade no mercado de derivativos também alterou as perspectivas. Segundo o analista Ted, os contratos perpétuos (perps) começaram a mostrar viés altista, enquanto o mercado à vista (spot) registra vendas — um cenário considerado desfavorável para o BTC.

Gráfico mostrando o preço do Bitcoin e indicadores de derivativos Fonte: Ted

Apesar da volatilidade, o sentimento geral em relação ao Bitcoin permanece positivo. Segundo dados da CryptoQuant, os fluxos de entrada nos ETFs de Bitcoin têm sido fundamentais para a recuperação do preço do BTC. Centenas de milhões de dólares entraram nos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA no início de março, sendo que apenas em 4 de março, os fluxos superaram US$ 200 milhões.

Os mercados de derivativos também contribuíram para a recuperação. O open interest (contratos em aberto) aumentou significativamente, enquanto as taxas de funding ficaram negativas, indicando posições vendidas concentradas. Com a alta dos preços, liquidações de shorts aceleraram o movimento de valorização.

Além disso, indicadores on-chain reforçam uma perspectiva cautelosa para o Bitcoin no curto prazo. O indicador NUPL (Net Unrealized Profit/Loss), que mede o lucro ou prejuízo não realizado dos detentores, recuou para 20,82% em 2 de março, situando-se na zona de “Otimismo/Ansiedade” — bem abaixo dos níveis de euforia observados anteriormente. Já o MVRV Z-Score, que compara o valor de mercado com o valor realizado do Bitcoin, está em 0,61 conforme dados de 4 de março, aproximando-se da zona verde que historicamente indica fundos de mercado e oportunidades de acumulação. Com o market cap em aproximadamente US$ 1,45 trilhão, esses dados sugerem que, apesar da volatilidade recente, o Bitcoin pode estar em uma região de valor atrativo para investidores de longo prazo.

Ouro recua mesmo com tensões geopolíticas

Os metais preciosos também registraram queda, apesar da intensificação das tensões. O preço à vista do ouro caiu para abaixo de US$ 5.100 por onça após uma sessão volátil. O recuo ocorreu após uma alta anterior que levou o metal a níveis próximos do recorde histórico, em torno de US$ 5.600 em 2026.

Segundo o analista Ash Crypto, mais de US$ 800 bilhões foram eliminados dos mercados de ouro e prata em apenas 3 horas. Apesar dessa reação, a queda do ouro foi de cerca de 0,5% em relação aos níveis recentes.

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