O Debate Descentralizado desta semana aborda o tema das finanças descentralizadas, também conhecidas como DeFi. Esse ramo do mercado de criptomoedas ganhou atenção especial a partir de meados de 2020, quando seus conceitos se tornaram mais chamativos aos investidores.
Serviços financeiros antes negados a muitas pessoas tornaram-se acessíveis através da tela de um celular. Poupança, empréstimo e dinheiro programável foram apenas algumas das melhorias trazidas por DeFi.
Valor alocado dispara
Um dos maiores índices de usabilidade das aplicações criadas em DeFi é o valor alocado, conhecido pela sigla TVL. Entre janeiro de 2020 e outubro de 2021, o TVL total de DeFi saltou quase 1.000%, chegando a US$ 100 bilhões alocados.
Além disso, outras redes passaram a se dedicar a esse universo. No início, apenas aplicações em Ethereum eram desenvolvidas, marcadas pelos altos custos nas transações. Pouco tempo depois, protocolos como Polygon, Binance Smart Chain e Solana surgiram para dar opções mais baratas aos usuários das finanças descentralizadas. A partir desse ponto, os serviços financeiros ficaram ainda mais acessíveis. Com o barateamento das transações, que são o coração de DeFi, foi possível também dar vida a novas aplicações.
Jogos baseados em NFT, por exemplo, tornaram-se mais populares. Através destes jogos, pessoas puderam começar a auferir renda apenas jogando. O impacto de DeFi na vida das pessoas se tornou cada vez mais evidente. Comunidades passaram a se desenvolver em torno destas aplicações, e cada vez mais o potencial revolucionário desse ecossistema em tecnologia blockchain toma forma.
Mas como a descentralização nas finanças impacta o cotidiano das pessoas? Como isso pode mudar a forma como o mundo interage com dinheiro?
Para responder a essas perguntas, Rodrix Digital se junta a Rui Braga, Germano Sales, Neval e Dsouza.
Quer entender melhor sobre DeFi e o que a descentralização pode melhorar na sua vida?
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