Elon Musk pede auditoria em Fort Knox; Bitcoin pode se beneficiar

fevereiro 18, 2025
Expertise : SEO, Ciência de Dados, Marketing de Conteúdo, Criptomoedas, Web3
Sou editor na localização brasileira CoinGape Media desde 2024 e possuo experiência em conteúdo, marketing e SEO para a indústria de criptomoedas e Web3 desde 2017. Como editor, sou responsável pela curadoria dos conteúdos publicados, sua revisão e verificação. Anteriormente, contribuí como PR Associate para a extinta ICOBox, colaborando na elaboração de press releases de diversos projetos de criptomoedas para o público brasileiro e internacional. Lá, dezenas análises sobre o mercado cripto foram publicadas para fomentar conhecimento ao público brasileiro. Em seguida, atuei como Marketing Strategy Advisor para a PointPay nos estágios iniciais da exchange, com foco em sua expansão internacional. Depois, colaborei com a localização brasileira do BeInCrypto como estrategista de conteúdo. Lá, também ofereci suporte ao time editorial local e internacional, incluindo a elaboração de artigos sobre criptoativos, análises de tokens, entre outros formatos de conteúdo. Para além do mercado de criptoativos, colaborei com publicações em outros portais de mídia, como: Empreendedor.com, Hostgator, Vitamina Publicitária e Profissas. Ainda atuei como parte do time de audiência do Jornal O Povo. Em 2024, participei como coautor do capítulo de SEO do Web Almanac e fui eleito como um dos 40 profissionais de SEO para se seguir pela Niara. Em nossa cobertura, priorizamos a análise de criptomoedas, principalmente Bitcoin, altcoins e memecoins. Além disso, cobrimos o noticiário diário sobre criptoativos.
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Montagem com uma moeda física de Bitcoin dourada sobre barras de ouro, ao lado de uma foto de Elon Musk usando terno escuro e gravata.

Elon Musk agitou o mercado financeiro ao questionar a necessidade de uma auditoria nas reservas de ouro dos Estados Unidos. Em uma publicação recente no X (antigo Twitter), ele pediu uma auditoria transparente de Fort Knox, a maior reserva de ouro dos EUA, localizada no estado de Kentucky. O debate ganhou força porque a última auditoria oficial aconteceu em 1974 – ou seja, a reserva está sem verificação há 50 anos, o que gera preocupações. O tema ganhou ainda mais destaque por coincidir com discussões sobre o Bitcoin como alternativa ao ouro para reservas de valor.

Senador tem acesso negado a Fort Knox e Elon Musk questiona segurança

Tudo começou quando o senador Mike Lee disse que teve seu acesso negado a Fort Knox. Em resposta, Musk questionou: “Quem garante que o ouro não foi roubado de Fort Knox? Talvez esteja lá, talvez não”. Esta simples mensagem atraiu a atenção de diversos políticos, incluindo o senador Rand Paul.

Publicação de Elon Musk no X questionando quem confirma que o ouro não foi roubado de Fort Knox, seguida de resposta do Senador Mike Lee sobre tentativas negadas de visitar a reserva.
Elon Musk questiona a falta de transparência sobre as reservas de ouro americanas após senador revelar que teve acesso negado a Fort Knox.

De acordo com a Trading Economics, a reserva deveria conter mais de 8.100 toneladas de ouro. A última auditoria completa ocorreu em 1953, seguida de uma verificação parcial em 1974. O assunto ganhou ainda mais relevância após o governo australiano descobrir ouro falso nas reservas do Banco da Inglaterra. Em reação, a Índia transferiu 102 toneladas de suas reservas de ouro daquele banco.

A sigla D.O.G.E. (Department of Gold Examination), mencionada por Musk, refere-se a uma proposta de criar um departamento específico para examinar as reservas de ouro americanas.

Tweet do analista MAXPAIN sobre Bitcoin seguido de documento confidencial do Banco Central da Austrália sobre números de série de barras de ouro no Banco da Inglaterra.
Documento vazado revela suspeitas sobre autenticidade das reservas de ouro mantidas no Banco da Inglaterra. Fonte: MAXPAIN, X

Senadora defende Bitcoin como opção mais transparente que ouro

A senadora Cynthia Lummis foi uma das primeiras a responder ao questionamento de Musk, defendendo o Bitcoin. Segundo ela:

“O Bitcoin resolve esse problema. Uma reserva em Bitcoin poderia ser auditada a qualquer momento, 24 horas por dia, com um computador básico. É hora de modernizar nossas reservas”.

Outros especialistas reforçaram que, enquanto as reservas de ouro exigem verificação física e auditorias externas, o Bitcoin opera em blockchain, permitindo que qualquer pessoa verifique as transações de forma transparente.

Analistas avaliam impacto da auditoria no preço do Bitcoin

O ouro e o Bitcoin costumam ter uma relação inversa – quando um cai, o outro tende a subir. O analista cripto MaxPain avalia que possíveis irregularidades descobertas em uma auditoria poderiam reduzir a confiança no ouro, beneficiando o Bitcoin como ativo alternativo.

No entanto, se a auditoria proposta por Elon Musk revelar problemas com o ouro, todo o mercado financeiro pode entrar em pânico inicialmente. Após esse período de turbulência, a demanda por Bitcoin poderia aumentar significativamente devido à sua escassez, transparência e natureza descentralizada. O Bitcoin já está em um momento crucial, e sua valorização até US$ 100 mil (aproximadamente R$ 500 mil) poderia impulsionar ainda mais o movimento de alta.

Um modelo chamado Bitcoin Spiral Clock prevê que o preço do Bitcoin pode atingir entre US$ 270 mil e US$ 300 mil (aproximadamente R$ 1,35 milhão a R$ 1,5 milhão) até o final de 2025.

Debate sobre transparência das reservas federais continua em aberto

Elon Musk iniciou o debate sobre transparência financeira e a necessidade de auditar as reservas de ouro. O fato de Fort Knox não ser auditado há 50 anos preocupa muitos investidores. A empresa VanEck inclusive declarou que uma reserva em Bitcoin seria fundamental para a supremacia econômica dos EUA.

A grande questão é se essa auditoria vai realmente acontecer e, em caso positivo, qual será seu resultado. Uma descoberta negativa poderia favorecer a valorização do Bitcoin, mas as condições do mercado e o sentimento dos investidores também influenciam esse cenário.

 

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