Projeto de lei do Brasil propõe reserva estratégica de 1 milhão de BTC

Há 2 horas
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Sou editor na localização brasileira CoinGape Media desde 2024 e possuo experiência em conteúdo, marketing e SEO para a indústria de criptomoedas e Web3 desde 2017. Como editor, sou responsável pela curadoria dos conteúdos publicados, sua revisão e verificação. Anteriormente, contribuí como PR Associate para a extinta ICOBox, colaborando na elaboração de press releases de diversos projetos de criptomoedas para o público brasileiro e internacional. Lá, dezenas análises sobre o mercado cripto foram publicadas para fomentar conhecimento ao público brasileiro. Em seguida, atuei como Marketing Strategy Advisor para a PointPay nos estágios iniciais da exchange, com foco em sua expansão internacional. Depois, colaborei com a localização brasileira do BeInCrypto como estrategista de conteúdo. Lá, também ofereci suporte ao time editorial local e internacional, incluindo a elaboração de artigos sobre criptoativos, análises de tokens, entre outros formatos de conteúdo. Para além do mercado de criptoativos, colaborei com publicações em outros portais de mídia, como: Empreendedor.com, Hostgator, Vitamina Publicitária e Profissas. Ainda atuei como parte do time de audiência do Jornal O Povo. Em 2024, participei como coautor do capítulo de SEO do Web Almanac e fui eleito como um dos 40 profissionais de SEO para se seguir pela Niara. Em nossa cobertura, priorizamos a análise de criptomoedas, principalmente Bitcoin, altcoins e memecoins. Além disso, cobrimos o noticiário diário sobre criptoativos.
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Símbolo dourado de bitcoin entre as bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos representando a competição por reservas estratégicas de criptomoedas.

Destaques

  • Brasil propõe aquisição de 1 milhão de bitcoins em cinco anos como reserva estratégica nacional;
  • Projeto de lei inclui incentivos à mineração, pagamento de impostos e regras de custódia para ativos digitais;
  • Proposta pode posicionar o Brasil entre os maiores detentores de bitcoin do mundo, superando EUA e China.

O Congresso brasileiro reintroduziu um projeto de lei para estabelecer uma reserva nacional de bitcoin. A proposta visa adquirir 1 milhão de BTC de forma gradual ao longo de cinco anos. Os legisladores que apoiam a iniciativa argumentam que ela diversificaria os ativos soberanos do país e fortaleceria a solvência financeira de longo prazo.

O texto substitui uma versão anterior que permitia exposição restrita por meio de reservas cambiais. Além disso, o novo documento apresenta um plano sistemático de acumulação. Caso seja aprovada, a proposta pode colocar o Brasil entre os países com as maiores reservas de bitcoin do mundo.

Brasil amplia estratégia de reserva em bitcoin

A proposta de Reserva Soberana Estratégica de Bitcoin considera o BTC como um ativo estratégico do tesouro nacional. Segundo os parlamentares, a medida ajudaria a proteger o país contra a inflação e riscos de confisco de ativos por forças externas.

O projeto de lei também inclui medidas abrangentes para ativos digitais. Entre elas estão incentivos para empresas de mineração de bitcoin e regulamentações que favorecem o depósito de longo prazo do ativo. Além disso, sugere a adoção do bitcoin como meio de arrecadação de impostos federais.

De acordo com o deputado Luiz Gastão, o novo marco regulatório protege os direitos dos ativos digitais e solidifica os padrões de uso e custódia para o setor público.

No entanto, a apresentação da proposta enfrenta obstáculos regulatórios antes da implementação. Atualmente, o Banco Central do Brasil não reconhece o bitcoin como ativo de reserva. Além disso, o projeto ainda precisa passar por várias comissões do Congresso antes de ser votado em plenário.

O acordo político entre legisladores e o Banco Central permanece incerto. Consequentemente, as regras existentes de gestão do tesouro precisariam ser modificadas para viabilizar a integração de uma reserva de bitcoin.

Brasil busca acompanhar EUA e China em reservas de BTC

O objetivo de ter uma reserva de 1 milhão de bitcoins pode custar cerca de US$ 68 bilhões. Isso posicionaria o Brasil entre os principais detentores de bitcoin do mundo, podendo superar as reservas estimadas dos Estados Unidos e da China. Segundo dados da CoinGecko, o governo dos EUA detém mais de 328 mil BTC, enquanto as reservas da China somam 190 mil BTC.

Nos Estados Unidos, a senadora Cynthia Lummis reintroduziu o Bitcoin Act, que, se aprovado, permitiria ao país adquirir até 1 milhão de BTC. A senadora afirmou que o objetivo é institucionalizar a visão do presidente Trump de estabelecer uma Reserva Estratégica de Bitcoin.

O projeto continua na fase de apresentação. Nenhuma etapa adicional, incluindo audiências em comissões, marcações, votações, emendas ou aprovação em qualquer das casas legislativas, ocorreu até o momento. Entretanto, a senadora Lummis manifestou preocupações sobre uma suposta liquidação de bitcoin realizada recentemente pelo Departamento de Justiça dos EUA.

Em resposta, Patrick Witt, diretor-executivo do Conselho Presidencial de Consultores sobre Ativos Digitais, esclareceu que o Departamento de Justiça não descumpriu a Ordem Executiva 14233, que exige que todos os bitcoins confiscados permaneçam inalterados e sem venda.

Em uma controvérsia recente envolvendo reservas de bitcoin, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, informou ao Congresso que o governo não pretende adquirir BTC adicional com recursos dos contribuintes. Em vez disso, o governo armazenará apenas bitcoins que foram confiscados.

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