Chiliz lança queima de Fan Tokens de seleções na Copa do Mundo

Destaques
- A Chiliz lançou o "Burn to Glory", campanha que queima Fan Tokens de seleções a cada vitória na Copa do Mundo.
- Argentina, Bélgica, Portugal, África do Sul e Escócia têm tokens incluídos no programa.
- As taxas de queima começam em 1% na fase de grupos e chegam a 10% em caso de título.
A Chiliz Group, provedora de blockchain para o setor de esportes, anunciou o lançamento do “Burn to Glory”, campanha de tokenomics com tema da Copa do Mundo que vincula o desempenho das seleções a mecânicas de queima de Fan Tokens. Segundo a empresa, é a primeira vez que resultados de um grande torneio terão impacto direto on-chain, criando movimentações em todo o ecossistema, incluindo a Socios.com, exchanges e a rede Solana.
As seleções que têm tokens inclusos no programa
O “Burn to Glory” abrange os Fan Tokens da Argentina ($ARG), Bélgica ($BELG), Portugal ($POR), África do Sul ($SAFA) e Escócia ($SFA). A cada vitória dessas seleções na Copa do Mundo, uma porcentagem dos tokens mantidos nas reservas de tesouraria será permanentemente removida de circulação.
O funcionamento da queima de tokens por fase do torneio
As taxas de queima aumentam conforme o avanço das equipes no torneio. Na fase de grupos, cada vitória resulta na queima de 1% das reservas. O percentual sobe para 2% nos 16 avos de final, 2,5% nas oitavas, 5% nas quartas, 7,5% na semifinal e atinge o pico de 10% em caso de vitória na final.
Todas as queimas são executadas diretamente das reservas de tesouraria por meio de transações on-chain, o que permite verificação pública.
O que a Chiliz espera com a campanha
Segundo o anúncio oficial da Chiliz, a iniciativa cria um vínculo direto entre o sucesso em campo e a dinâmica de oferta on-chain durante o torneio. O CEO e fundador da empresa, Alexandre Dreyfus, afirmou que esta Copa do Mundo marca a primeira vez que a companhia aplica mecânicas de oferta baseadas em blockchain ligadas diretamente ao desempenho esportivo, e que a campanha mostra como os Fan Tokens estão deixando de ser apenas produtos de engajamento para se tornarem ativos que acompanham os grandes eventos do esporte.
Ações anteriores e expansão para a Solana
O “Burn to Glory” segue outras iniciativas recentes da Chiliz, como competições de negociação dos Fan Tokens do PSG ($PSG) e do Arsenal ($AFC) nas redes Solana e Base, além dos testes do Fan Token Play, estrutura de cunhagem e queima (mint-and-burn) que conecta a oferta de tokens ao desempenho das equipes.
Antes da Copa do Mundo, a empresa também levou os Fan Tokens da Argentina, Portugal, África do Sul e Escócia para a rede Solana, como parte de sua estratégia omnichain de ampliar acessibilidade e utilidade no ecossistema.
As partidas que contam para o programa
Apenas jogos oficiais das seleções principais masculinas na Copa do Mundo entram no programa de queima. Amistosos, jogos de pré-temporada, partidas de exibição e competições de categorias de base ou femininas ficam fora da campanha.
- Analista alerta que Ethereum pode voltar às mínimas se não recuperar US$ 1.700
- Bitcoin, Ethereum e Cardano próximos das mínimas do mês
- ETF outflows e liquidações: o que esperar do bitcoin até 2027?; Análise
- Bitcoin cede suporte com alavancagem e pressão geopolítica
- Ethereum cai abaixo de US$ 2.000; Token pode ir a US$ 1.950?








