A Argentina proíbe os bancos de oferecerem serviços cripto

O BCRA ataca as criptos
Esta medida surgiu depois de doisbancos argentinoscomeçarem a apoiar a negociação de cripto. O banco Banco Galicia veio à frente para oferecer 4 tokens cripto diferentes aos seus clientes. A lista incluía Bitcoin (BTC, Ethereum (ETH), USD Coin (USDC) e XRP da Ripple.
O Conselho de Administração da BCRA tomou medidas rigorosas para minimizar o risco envolvido no tratamento de ativos digitais. O conselho citou volatilidade, ciberataques e lavagem de dinheiro no mercado. A declaração também mencionou ativos digitais cujo rendimento depende das flutuações no mercado de criptomoedas.
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Os bancos a partir de sexta-feira não estariam oferecendo aos seus clientes a negociação de quaisquer ativos digitais. Entretanto, o BCRA aconselhou as instituições bancárias a concentrarem-se no investimento, na produção e no consumo de bens e serviços. Este ano, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Argentina aprovaram conjuntamente um pacote de dívida de US$45 bilhões que abrange a provisão como reduzir a utilização de moedas digitais.
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Argentinos que usam cripto para fugir à inflação
Em maio de 2021, o Banco Central argentino e a Comissão Nacional de Valores Mobiliários (CNV) emitiram conjuntamente um alerta. A notificação apelou a informações sobre as implicações e riscos relacionados com os ativos digitais. Também pediu para manter uma perspectiva sensata de reduzir a vulnerabilidade dos investidores.
A Argentina está na lista dos 10 países que adotam criptomoedas. No entanto, as recentes crises de inflação e de moeda retomaram sua economia. A inflação está correndo mais de 50% prejudicando o valor das poupanças do país. A população argentina tem usado o mercado de criptomoedas para fugir da válvula ao aumento da inflação. Entretanto, não foram concedidas licenças oficiais para operar no país as exchanges cripto como a Binance, Coinbase e PancakeSwap.
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