Morte, Pirâmide e Bitcoin: Fantástico Mostra ‘Paraíso dos Golpistas’ na Região dos Lagos – RJ

agosto 17, 2021
Jornalista apaixonado pelo universo das criptomoedas e seu enorme impacto na sociedade. Ele conheceu o Bitcoin em 2013 sem saber que a criptomoeda tomaria conta de sua vida anos depois. Ele trabalhou em outros portais de notícias sobre criptomoedas e atualmente é um dos contribuidores do CoinGape.
Ver perfil completo
Por que confiar na CoinGape
A CoinGape cobre a indústria de criptomoedas desde 2017. Seu objetivo é o de fornecer insights informativos aos nossos leitores. Nossos analistas trazem anos de experiência em análise de mercado e tecnologia blockchain para garantir precisão factual e reportagem equilibrada. Seguindo nossa Política Editorial, nossos redatores verificam cada fonte, checam os fatos de cada matéria, confiam em fontes respeitáveis e atribuem citações e mídia corretamente. Também seguimos uma Metodologia de Revisão rigorosa ao avaliar corretoras e ferramentas. Desde projetos emergentes de blockchain e lançamentos de moedas até eventos do setor e desenvolvimentos técnicos, cobrimos todas as facetas do espaço de ativos digitais com compromisso com informações oportunas e relevantes.
Crypto Scams
  • Programa acompanhou investigações sobre morte de trader conhecido como “rei do pullback”
  • Região dos Lagos é chamada de “paraíso dos golpistas” por acumular negócios com criptomoedas
  • Investigação apresentada pelo Fantástico aponta tentativa de três homicídios no local

Logo após a morte do trader de criptomoedas Wesley Santarém Pessano dentro de um Porsche vermelho, a Polícia Civil investiga o “Paraíso dos Golpistas”, como foi chamada a região dos Lagos no Rio de Janeiro em uma reportagem do Fantástico.

De acordo com o vídeo publicado pelo G1, a região concentra dez empresas de supostos investimentos em criptomoedas, que oferecem um alto retorno mensal de até 30%.

Todas as dez empresas estão sendo investigadas por uma força-tarefa, depois que o ‘rei do pullback’ foi morto em São Pedro D’Aldeia – RJ. Além do trader assassinado, as autoridades apontam que três tentativas de homicídios estão sendo investigadas na região.

Fantástico denuncia esquema com criptomoedas

O assassinato do trader Wesley Pessano deu início a uma força-tarefa que investiga negócios com criptomoedas na região dos Lagos. A proliferação de esquemas com Bitcoin na região fez o local ser anunciado pelo Fantástico como “Paraíso dos golpistas”.

Além do “rei do pullback”, a reportagem apresentou uma investigação do Grupo X6, uma empresa de supostos investimentos em Bitcoin que fica na região dos Lagos. Além de criptomoedas, o negócio que oferecia rendimentos de 15% ao mês mantinha investimentos em ações, através da bolsa de valores.

No entanto, as autoridades descobriram que o dinheiro dos clientes não foi investido em criptomoedas e ou ações. Com a prisão de Ricardo Oliveira, dono do Grupo X6, o delegado Maurício Mendonça diz que mais de R$ 8 milhões foram investidos no negócio.

“O recurso não era alocado na bolsa de valores, tampouco no mercado de criptomoedas. Nós ouvimos e identificamos pessoas que aportaram num total, reunidas, mais de R$ 8 milhões. E poucas delas conseguiram recuperar pelo menos do 50% valor aportado.”

Morte de trader

Antes da prisão de Ricardo Oliveira, o “rei do pullback” foi assassinado enquanto dirigia um Porsche vermelho avaliado em R$ 440 mil. Sócio de uma empresa de criptomoedas na região dos Lagos, a Polícia Civil investiga a participação de três suspeitos na morte de Wesley Pessano.

Morto no dia 4 de agosto de 2021, o trader de criptomoedas pretendia cortar o cabelo quando o Porsche vermelho foi emparelhado por outro veículo, de onde os disparos foram efetuados.

Wesley Pessano morreu após ser alvejado por 4 tiros (Reprodução)

Segundo o Fantástico, o funcionário de Weslley Pessano recebeu alta do hospital após também ser atingido por disparos enquanto acompanhava o “rei do pullback” no dia do assassinato.

No total, três pessoas foram presas por envolvimento na morte do trader de criptomoedas. Um dos acusados afirmou para as autoridades que recebeu R$ 40 mil para matar o “rei do pullback”.

Por que confiar na CoinGape

A CoinGape cobre a indústria de criptomoedas desde 2017. Seu objetivo é o de fornecer insights informativos Leia mais… aos nossos leitores. Nossos analistas trazem anos de experiência em análise de mercado e tecnologia blockchain para garantir precisão factual e reportagem equilibrada. Seguindo nossa Política Editorial, nossos redatores verificam cada fonte, checam os fatos de cada matéria, confiam em fontes respeitáveis e atribuem citações e mídia corretamente. Também seguimos uma Metodologia de Revisão rigorosa ao avaliar corretoras e ferramentas. Desde projetos emergentes de blockchain e lançamentos de moedas até eventos do setor e desenvolvimentos técnicos, cobrimos todas as facetas do espaço de ativos digitais com compromisso com informações oportunas e relevantes.

Sobre o autor
Sobre o autor
Jornalista apaixonado pelo universo das criptomoedas e seu enorme impacto na sociedade. Ele conheceu o Bitcoin em 2013 sem saber que a criptomoeda tomaria conta de sua vida anos depois. Ele trabalhou em outros portais de notícias sobre criptomoedas e atualmente é um dos contribuidores do CoinGape.
Aviso sobre investimentos: O conteúdo reflete a opinião pessoal do autor e as condições atuais do mercado. Por favor, realize sua própria pesquisa antes de investir em criptomoedas, pois nem o autor nem a publicação se responsabilizam por quaisquer perdas financeiras.
Divulgação do anúncio: Este site pode conter conteúdo patrocinado e links de afiliados. Todos os anúncios são claramente identificados e os parceiros de publicidade não têm influência sobre nosso conteúdo editorial.