Bitcoin cai abaixo de US$ 65 mil; Saylor minimiza risco quântico

Há 4 horas
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Michael Saylor, presidente executivo da Strategy, aparece em frente a moedas de Bitcoin douradas com gráficos de mercado ao fundo.

Destaques

  • Saylor afirma que risco quântico ao Bitcoin está a mais de uma década de distância;
  • Executivo atribui limite de valorização do BTC à falta de crédito bancário para detentores;
  • Bitcoin recua abaixo de US$ 65 mil em meio à queda generalizada do mercado.

O presidente executivo da Strategy, Michael Saylor, afirmou que a computação quântica não representa uma ameaça ao Bitcoin no momento, classificando a narrativa como FUD (sigla em inglês para “medo, incerteza e dúvida”). Segundo ele, qualquer perigo significativo ainda estaria a mais de uma década de distância.

De acordo com dados do CoinMarketCap, o Bitcoin é negociado atualmente por US$ 64.255,67 (R$ 332,2 mil), registrando queda de 4,67% nas últimas 24 horas. A capitalização de mercado recuou 4,64%, totalizando US$ 1,28 trilhão (R$ 6,6 trilhões), enquanto o volume de negociação atingiu US$ 49,47 bilhões (R$ 255,7 bilhões) no mesmo período.

Além da questão quântica, Saylor também apontou que o limite de valorização do Bitcoin está relacionado ao acesso restrito a crédito bancário. Para ele, a liquidez — e não os riscos tecnológicos — é o principal fator que influencia os preços da criptomoeda. O executivo destacou ainda que os canais tradicionais de empréstimo não estão acessíveis para detentores de Bitcoin.

Saylor minimiza ameaça quântica ao Bitcoin

Em entrevista ao podcast Coin Stories, apresentado por Natalie Brunell, Saylor abordou os riscos quânticos em relação ao Bitcoin. O executivo afirmou que há um consenso entre a comunidade de segurança cibernética de que levará mais de uma década para que a tecnologia represente uma ameaça concreta. Além disso, segundo ele, não há acordo entre especialistas sobre se esse risco se materializará de fato.

Saylor contextualizou o debate quântico dentro de uma categoria mais ampla de críticas ao Bitcoin que nunca se concretizaram. Como exemplos, ele citou as disputas sobre o tamanho de bloco (block size wars), as proibições de mineração na China e os argumentos sobre consumo de energia — nenhum dos quais derrubou a rede.

O executivo também argumentou que, caso houvesse alguma ameaça real, o sistema criptográfico do Bitcoin teria tempo suficiente para evoluir antes que sistemas quânticos pudessem atacar a rede de forma prática. Dessa forma, a rede poderia implementar melhorias defensivas conforme necessário.

Em contrapartida, o CEO da CryptoQuant, Ki Young Ju, alertou sobre uma crescente ameaça quântica ao Bitcoin. Segundo ele, o desenvolvimento da computação quântica poderia comprometer milhões de BTC. Ju argumenta que a magnitude do possível risco precisa ser discutida desde já, embora não seja iminente.

Por sua vez, o analista on-chain Willy Woo alertou que o risco quântico é capaz de minar a vantagem do Bitcoin sobre o ouro. Ele afirmou que os mercados precisam começar a considerar a probabilidade do chamado “Q Day” — o dia em que computadores quânticos poderiam quebrar a criptografia atual.

Por que a valorização do BTC está limitada

Michael Saylor associou o teto de preço do Bitcoin à inacessibilidade de crédito bancário convencional. Ele afirmou que a maioria dos participantes do mercado não consegue tomar empréstimos usando Bitcoin como garantia em instituições financeiras reguladas.

O executivo argumentou que, enquanto investidores em ações conseguem acessar fundos emprestados junto a grandes bancos, os detentores de Bitcoin geralmente ficam restritos a opções como empréstimos com juros elevados.

Saylor também destacou que a re-hipotecação nos mercados de empréstimo de criptomoedas pode gerar maior pressão de venda sobre o Bitcoin. Ademais, ele observou que a migração das negociações de derivativos para mercados regulados ajudou a mitigar oscilações de preços extremas.

Segundo dados do CoinMarketCap, o preço do BTC recuou abaixo de US$ 65 mil (R$ 336 mil), registrando queda de quase 5% nas últimas 24 horas. O token atingiu seu menor patamar desde o início de fevereiro. As altcoins e ações relacionadas a criptomoedas também apresentaram quedas em níveis variados.

Captura de tela do CoinMarketCap mostrando preço do Bitcoin em US$ 64.255,67 com queda de 4,67% e gráfico de preço em 24 horas.
Bitcoin recua para US$ 64.255 com queda de 4,67% nas últimas 24 horas.

A queda ocorreu após traders reagirem a novas medidas tarifárias anunciadas pelo presidente Donald Trump. Como resultado, o índice Fear and Greed (medo e ganância) caiu para níveis de “medo extremo”.

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