Depois de Aceitar ETF de Criptomoedas, MST Chega na Bolsa de Valores do Brasil


MST entra para a Bolsa de Valores

Depois de Aceitar ETF de Criptomoedas, MST Chega na Bolsa de Valores do Brasil

  • MST negociará títulos de recebíveis através da B3
  • CVM autorizou emissão de títulos do grupo que defende a agricultura familiar
  • Diversificada, Bolsa de Valores acolheu ETF de criptomoedas recentemente

Logo após anunciar a entrada de ETFs de criptomoedas pela primeira vez na Bolsa de Valores recentemente, agora a B3 agora se prepara para negociar títulos relacionados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

A Bolsa de Valores do Brasil diversificou sua oferta de títulos negociados na plataforma em 2020. Com a ascensão das criptomoedas e de ativos alternativos no mercado financeiro, a B3 enfrenta uma verdadeira revolução.

Aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o MST chega até a B3 através de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), de acordo com o Brasil de Fato.

Bolsa de Valores vai negociar produção do MST

O MST negociará títulos de recebíveis através da Bolsa de Valores pela primeira vez na história. Uma liberação da CVM permitiu que parte da produção de alimentos do grupo seja transformada em títulos de dívidas.

Dessa forma, será possível negociar papéis relacionados ao MST na mesma plataforma onde se encontram ações e ETFs de criptomoedas, lançados recentemente na B3.

De acordo com a proposta, os títulos CRA do MST – chamados de Finapop – podem apresentar juros de 5,5% ao ano. Segundo entrevista do economista Eduardo Moreira ao Brasil de Fato, a iniciativa permitirá o financiamento da agricultura familiar no Brasil.

“Quando se investe no Finapop, se fica sabendo para onde vai o dinheiro: são cooperativas de agriculturoes familiares no Paraná, no Rio Grande do Sul e alguns outros estados.”

ETF de criptomoedas

Além de apresentar títulos do MST, a Bolsa de Valores brasileira foi considerada pioneira no mundo ao iniciar as negociações de ETFs compostos por criptomoedas como o Bitcoin.

Assim como o Canadá, o Brasil foi um dos primeiros países a lançar esse tipo de fundo voltado ao mercado de criptomoedas. Ao mesmo tempo, a Bolsa de Valores diversifica sua oferta de ativos, abrindo caminho para o MST e as criptomoedas em 2021.

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Author: Paulo José
Jornalista apaixonado pelo universo das criptomoedas e seu enorme impacto na sociedade. Ele conheceu o Bitcoin em 2013 sem saber que a criptomoeda tomaria conta de sua vida anos depois. Ele trabalhou em outros portais de notícias sobre criptomoedas e atualmente é um dos contribuidores do CoinGape.
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Paulo José 182 artigos
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